Você deve saber melhor do que ninguém que gerenciar uma empresa não é uma tarefa nada fácil. Além de cuidar de toda a gestão operacional, resolver os problemas do dia a dia, no fim das contas, o mais importante é sempre garantir que as contas vão fechar no fim do mês.
Mesmo com uma organização financeira extremamente rigorosa, qualquer tipo de negócio ainda está suscetível a ser afetado pelas instabilidades econômicas do nosso país. A cotação do dólar é um bom exemplo disso, que constantemente acaba alterando o valor de exportação dos commodities. Esse fator afeta evidentemente também empresas parceiras e fornecedores de longas datas. Nesse sentido, costumam surgir dívidas e inadimplências que, quanto mais tempo passa, mais difícil se tornam de serem resolvidas.
E quando se gerencia um negócio, isso passa a ser um problema, visto que a longo prazo, essas dívidas podem gerar rombos no caixa operacional ou até mesmo inadimplências. Porém todos sabemos que o processo de cobrança pode ser bastante desgastante. Por esse motivo, gestores acabam decidindo por “esquecer” o assunto e evitar futuras dores de cabeça judiciais. Isso porque disputas judiciais costumam ser onerosas e lentas, e raramente terminam por deixar ambas as partes 100% satisfeitas.
Apresenta-se então um dilema extremamente delicado: ao mesmo tempo em que existe uma evidente vontade de solucionar esse problema, em muitos casos, o esforço e investimento exigidos acabam não compensando. Felizmente existem métodos mais eficientes de resolver essas questões. Neste artigo vamos explicar como você pode recuperar dívidas antigas sem exigir que sua empresa mova uma montanha. Acompanhe o texto agora!
O preço da cobrança
Ninguém gosta de cobrar alguém. Quando efetuamos qualquer tipo de transação, partimos do pressuposto de que a outra parte irá cumprir de forma rigorosa com o combinado. Entretanto, devido às diversas circunstâncias que já mencionamos, muitas vezes o devedor não tem condições de cumprir com o exigido.
Trata-se de um exercício de empatia e jogo de cintura. Essa busca por uma solução extra-judicial, apesar de ser a mais benéfica e rápida, acaba tornando-se desgastante para ambos os lados, justamente pela falta de experiência nesse tipo de negociação. Isso acaba sendo especialmente desagradável em cenários onde o devedor é um parceiro de longa data.
Muitas vezes, as empresas acabam delegando essa tarefa ingrata para algum membro da equipe comercial. Entretanto, com mais frequência do que parece, descobrimos que bons vendedores não são necessariamente bons negociadores de dívidas. A falta de registro de informações e contextualização pode prejudicar e engessar o processo que, por muitas vezes, acaba não chegando a uma negociação satisfatória.
Isso ainda acaba sendo um desperdício de esforços, pois o papel de qualquer membro do comercial é trazer mais negócios para a empresa e não gastar tempo de trabalho resolvendo dívidas antigas.
Os problemas de dívidas antigas
Se cobrar já é difícil, cobrar dívidas antigas parece muitas vezes uma tarefa quase impossível. De acordo com uma pesquisa do Serasa, 56,4% das dívidas são quitadas em até 60 dias. Passado esse período, a taxa de resolução torna-se cada vez mais escassa.
Para a surpresa de muitos, na maioria dos casos o inadimplente também busca alguma forma de resolver suas pendências. Porém, quanto mais tempo passa, o problema acaba sendo empurrado para baixo do tapete e a falta de clareza quanto ao valor devido pode deixá-lo intimidado de retomar a conversa.
Também é muito comum em dívidas de longo prazo o credor perder o contato com o devedor. Nesse sentido, a ausência de um banco de dados atualizado pode dificultar ainda mais o processo de negociação, visto que é necessário fazer primeiramente um esforço de reaproximação com o devedor para entender o seu atual contexto e, a partir daí, iniciar as negociações. Pontuadas as dificuldades, no próximo tópico, vamos dar algumas dicas de como solucionar esse dilema da melhor forma possível.
Métodos para resolver dívidas antigas
Mencionadas as dificuldades, vamos agora entender quais abordagens você pode fazer para tentar solucionar pendências antigas de devedores.
O primeiro passo é ter uma consciência exata do valor devido. Isso porque, quando falamos de dívidas de longo prazo, também costuma ocorrer uma confusão por parte do próprio credor, que não registra de forma devida o valor correto a ser cobrado. Não adianta embutir taxas mirabolantes com base no atraso, é necessário fazer um cálculo baseado na realidade do devedor.
Portanto, engessar o processo de negociação pode não ser a melhor abordagem possível, porque mesmo que exista a intenção de quitar a dívida, o inadimplente não possui crédito suficiente para tal.
Por isso, é importante sempre priorizar uma negociação amigável que busque solucionar o problema da melhor forma possível. Conforme a pesquisa PEIC/CNC, 20% dos consumidores já estão com sua renda comprometida com o pagamento de dívidas.
Dessa forma, antes de iniciar a abordagem, tenha sempre em mãos os números exatos, bem como possíveis sugestões de negociações e possibilidade de pagamento da dívida. Nesse sentido, existem diversas formas pelo qual o inadimplente pode pagar a dívida além do pagamento em dinheiro. Empresas costumam fazer espécies de permutas, ou seja, pagamento por serviços ou até ceder bens como veículos.
Pode parecer um trabalho extremamente exaustivo, mas saiba que você não precisa fazer tudo sozinho. A Flores Recuperação é uma empresa especializada em mediar processos como esse de recuperação de ativos. Temos especialistas treinados com anos de experiência em solucionar dívidas que podem parecer impossíveis. Nós utilizamos inteligência de ponta para mantê-lo informado sobre todas as etapas do processo e, o melhor de tudo, a comissão é paga somente depois da dívida recuperada. Ou seja, se não tivermos êxito na negociação, você não paga nada pelos nossos serviços. O que está esperando para recuperar seus ativos?
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